Propostas de parcerias impulsionam projeto que cria o Parque Estadual de Taquarinhas

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Aprovado por todas as comissões permanentes da Alesc e aguardando votação final em Plenário desde o ano passado, o Projeto de Lei do deputado Ivan Naatz (PL) que cria o Parque Estadual da Praia de Taquarinhas em área de preservação das praias agrestes de Balneário Camboriú, ganha novo impulso agora também com propostas alternativas de parcerias junto à direção da Caixa Econômica Federal, proprietária de parte da área de cerca de 300 mil m², incluída no projeto do parque para atividades ecológicas e de pesquisa.

Além das tratativas do próprio deputado autor do projeto junto à instituição financeira com proposta de Naatz de cessão da área por períodos renováveis ao governo do Estado ou prefeitura de Balneário Camboriú, a exemplo do que já aconteceu no caso da implantação do Parque das Águas, em São Paulo, o vereador de Balneário Camboriú, André Meirinho (PP) também tem intensificado as negociações de outra alternativa para facilitar a transformação da praia em parque de estudos científicos e turismo ecológico.

Em recente reunião com a direção da Caixa, em Brasília, Meirinho, que também apoia o projeto de Naatz, ratificou sua proposta de cedência dos terrenos numa parceria mediante o sistema conhecido como “naming rights”, em que a instituição poderia colocar seu nome junto à nomenclatura do futuro parque: “Parque Taquarinhas Caixa”, por exemplo.

O deputado Ivan Naatz, que também já teve encontro com o vereador no ano passado para tratar do tema, considera que a união de esforços em torno de alternativas viáveis para concretizar o projeto do parque estadual ou municipal é importante para o objetivo final de garantir preservação ambiental e evitar eventuais avanços desenfreados de exploração imobiliária que não tenham caráter sustentável naquela área, já que Taquarinhas é considerada a única praia ainda intocada de Balneário Camboriú.

“Como a Caixa é uma instituição financeira, sob a forma de empresa pública, também tem sua missão e compromisso socioambiental para evitar a especulação imobiliária em áreas de preservação”, justifica Naatz, ao acrescentar que a aprovação final do projeto também facilitaria iniciativa neste sentido.

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